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Arquivo para a categoria ‘Pais e Filhos – Acesse o nosso site : http://www.micaff.com.br’

Rapazes revoltados

Patrice Lewis fala sobre padrões morais

Recentemente, li um artigo extraordinário sobre o assunto do motivo por que tantos rapazes estão revoltados, chateados e rebeldes. A escritora desse artigo (Tiffani) tem cinco filhos, inclusive dois meninos com as idades de 14 e 2 anos. No laboratório de uma vida familiar feliz, estável e caótica, ela criou essa louca teoria: de que os meninos precisam de homens para lhes ensinar a ser homens. Loucura, não é?
À medida que Tiffani observava os padrões morais, atitudes, ética profissional e senso de responsabilidade da sociedade se deteriorarem, ela não conseguia deixar de especular se a falta de um homem forte na vida dos meninos os transforma de “doces, amorosos menininhos corados” em adolescentes monstruosos. E ela ficou pensando… será que a rebelião na adolescência é uma fase natural da vida, ou será que é causada por algo de que os meninos têm falta?
A premissa da teoria de Tiffani é que as mães precisam saber quando se retirar e deixar seus filhos do sexo masculino aprenderem a ser homens sob a tutela de seus pais (ou figuras paternas). Como todas as mães, Tiffani quer proteger seus meninos de ferimentos. Mas isso é bom a longo prazo? Talvez não. Tiffani está aprendendo quando afastar-se e deixar seu marido assumir a orientação de seus meninos.
À medida que amadurecem, os meninos nem sempre vão querer — ou precisar — proteção. Eles precisam de desafios, aventuras e atos de cavalheirismo. Os pais — os pais fortes — sabem quando afastar a proteção das mães e começar a treinar seus filhos a serem homens. A palavra-chave é treinamento.
O treinamento é decisivo. Meninos sem treinamento crescem e se tornam monstruosos: fora de controle, predatórios em cima das mulheres, irresponsáveis, incapazes ou indispostos a limitar seus impulsos movidos à testosterona para agressão ou sexo. Nossa atual sociedade está toda encardida com os prejuízos que sobraram dos meninos que nunca aprenderam o que é necessário para ser um homem. Lamentavelmente, esses “meninos adultos” muitas vezes procriam indiscriminadamente e despreocupadamente, então se recusam a ser pai para os filhos que eles produzem.
Mas homens treinados transformam a sociedade. Eles trabalham duro. Eles movem coisas pesadas. Eles constroem abrigos. Eles protegem, defendem e resgatam. Eles providenciam provisão para suas famílias. Eles fazem todas as coisas assustadoras, feias e sujas que as mulheres não conseguem (ou não querem) fazer. Homens treinados são, nas palavras do colunista Dennis Prager, a glória da civilização.
Conforme aponta Tiffani, os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado. Os homens entendem que os meninos precisam de experiências e desafios definidores para cumprir seus papéis biologicamente programados. As mulheres não entendem isso, mas não tem problema. Pais fortes (ou figuras paternas fortes) instintivamente intervirão e começarão a treinar os meninos como domar a testosterona, como trabalhar, como respeitar as mulheres, como liderar e defender e como eliminar ameaças.
O problema começa quando não há um modelo de papel masculino para um menino imitar. Se os homens estão ausentes, enfraquecidos ou indispostos a ensinar os meninos como se conduzir, então os meninos não aprendem como ser homens. É simples assim.
As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem.
Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores.
Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo… então acrescentou um sorriso radiante: “Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada.
Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis.
O que acontece quando os meninos não têm um homem forte para lhes ensinar? Os resultados variam de indivíduos fracos e covardes a totais brigões. Dou um exemplo em meu blog sobre uma mulher dominadora com um marido fraco criando dois filhos do sexo masculino. Esses meninos estão crescendo num lar torcido e desordenado que vai contra a natureza humana e a programação biológica, e os meninos vão virar homens abrutalhados.
Meninos que crescem com nada senão a “proteção” de suas mães — sem nenhum homem forte para lhes dar a chance de acabarem com as ameaças — se tornam revoltados e cheios de amargura. Eles sabem que algo está errado. Eles sabem que têm de defender as mulheres, mas eles guardam tanto ressentimento de suas mães por “protegerem” a eles de todos os desafios que o modo como eles veem as mulheres fica distorcido.
Se o marido dessa mulher tivesse desempenhando seu papel como cabeça da casa, esses meninos poderiam ter se tornado homens diferentes. Se ele tivesse resgatado seus filhos do perpétuo amor protetor de sua esposa, seus filhos poderiam ser Homens em Treinamento em vez de Futuros Abrutalhados. Mas temo que seja tarde demais.
Creio que uma parte de criar filhos fortes e equilibrados vem de meninos observando suas mães honrarem seu pai. O lar em que a mãe e o pai respeitam um ao outro por suas várias forças biológicas cria os filhos da forma mais estável e equilibrada possível.
Meu marido e eu não temos filhos para criar e se tornarem homens. Mas nossas meninas estão aprendendo a admirar a verdadeira masculinidade, não potenciais abrutalhados ou fracos e covardes. Ajuda tremendamente que, em nossa vizinhança, estejamos cercados de pais responsáveis que estão criando excelentes rapazes — fortes, prontos para ajudar, protetores das mulheres, ansiando serem heróis.
Com que tipo de homem você pensa que quero que minhas filhas casem algum dia? O Homem de Verdade que assume seu papel biológico de protetor e guerreiro? Ou o Rapaz Revoltado que xinga a mãe e despreza o pai? Qual lhe parece o homem mais equilibrado e firme?
Nada disso é difícil demais de entender — ou, pelo menos, não devia. Infelizmente na cultura andrógina feminista de hoje, esse conceito se tornou motivo de desprezo e zombaria.
Patrice Lewis é uma escritora independente e autora do livro “The Home Craft Business: How to Make it Survive and Thrive” (Empresa Doméstica de Artesanato: Como Fazê-la Sobreviver e Prosperar). Ela é cofundadora (com seu marido) de uma empresa doméstica de artigos de madeira. O casal Lewis vive em Idaho, educando em casa suas duas filhas e cuidando de seu gado. Visite o blog dela: http://www.patricelewis.blogspot.com/

Fonte: JulioSevero

I Conferência profética para Pais

Preparando os Filhos Para Vencer

Pr. Stina

Para Ouvir ligue ou aumente o som de seu computador
No programa de hoje, desejamos fornecer aos pais, que são os primeiros responsáveis pelos filhos, informações e orientações que os possam ajudar a edificar caracteres sólidos que os ajudem suportar as enchentes de maldade que assolam nosso planeta nestes últimos dias da história do mundo.

Os pais são os representantes de Deus, e a obra de preparar os filhos tanto para esta vida como para a vida eterna, pertence aos pais. Porque o lar é a primeira escola, e os pais os primeiros professores.

Já nos tempos do Antigo Testamento Deus instruiu os pais de família, dizendo: “Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-se e ao levantar-se. Também as atarás como sinal na tua mão e serão por frontal entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas”. Deuteronômio 6:6-9

Mais de mil e quinhentos anos mais tarde, o apóstolo Paulo escreveu: ” Pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestações do Senhor.” Efésios 6:4

Quando se deve começar a educação?

Na infância evidentemente. Logo que uma criança é capaz de formar uma idéia, deve começar sua educação.

Educação quer dizer o processo pelo qual a criança é instruída, desde o berço à infância, da infância à juventude, e da juventude à maturidade.

A Palavra de Deus recomenda: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.” Provérbios 22:6

“As lições que a criança aprende durante os primeiros sete anos de vida, tem mais a ver com a formação do seu caráter, que tudo o que ela possa aprender nos anos posteriores.” Orientação da Criança, 193.

Na verdade os três primeiros anos são os mais expressivos, daí a importância da companhia da mãe de maneira especial nesta etapa da vida da criança.

Os componentes do relacionamento nos primeiros anos não podem ser supridos por mães substitutas, ou mesmo por creches. O papel desempenhado pela mãe nos primeiros anos tem efeito decisivo sobre a inteligência da criança.

Em resumo: o papel dos pais e principalmente o da mãe, na educação dos filhos, é da mais alta importância e insubstituível.

Que lições devem ser ensinadas aos filhos?

1. A primeira lição que deve ser ensinada à criança é que Deus é o nosso pai. O pai e mãe terrestres, são representantes do Pai celestial. Esta é uma grande responsabilidade que repousa sobre os pais.

Devem ensinar à criança que Deus é amor e que Ele é também a fonte de todo o bem, devem os pais ensinar ao bebê, à criança e ao jovem, o amor de Jesus.

Outro ensino fundamental a ser ensinado é o amor ao próximo. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo é das regras mais importantes da vida.

2. Em segundo lugar deve-se ensinar à criança, as lições de obediência e respeito aos pais, bem como o domínio próprio.

Pais que deixam passar vários anos para depois ensinar aos filhos que devem ser obedientes, estão perdendo a chance de educar, pois depois dos primeiros anos se torna impossível ensinar lições de obediência.

O santo Livro diz: “A criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe. . . Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma.” Provérbios 29:15 e 17.

3. Em terceiro lugar deve-se ensinar á criança, lições sobre saúde.

A importância de ingerir alimentos saudáveis, em horas certas; o asseio pessoa; o dormir em ambiente ventilado; o evitar o uso de drogas que destroem a saúde, como o fumo o álcool e os tóxicos em geral.

As potencialidades de um criança podem ser incalculáveis. Se os filhos forem bem educados, poderão ser uma alegria para os pais, uma bênção para a comunidade e acima de tudo, honra e glória para Deus.

4. Um outro elemento que deve fazer parte da educação da criança é o espírito de serviço. A criança deve ser estimulada a auxiliar o pai e mãe, estimulada a ser abnegada e dominar-se a si mesmo.

Os nossos filhos são um precioso tesouro que o céu nos confiou.

No Salmo 127:3, A Bíblia diz que os filhos são a herança do Senhor.

Uma grande educadora escreveu o seguinte: “Os pais devem ser a mão humana de Deus, preparando a si mesmos e aos filhos para a vida sem fim. É como se Deus nos dissesse: Eduquem esta criança para mim, a fim de que ela possa um dia brincar nas cortes eternas.”

Poderia citar vários exemplos de crianças que foram educadas dentro dos padrões da orientação de Deus. Vamos citar apenas dois exemplos:

a) Moisés – Tornou-se o líder do povo de Deus. Como historiador, poeta, filósofo legislador e líder – excedeu todos o homens da antiguidade.

b) Samuel – Dedicado a Deus desde a concepção. Serviu a Deus nos dias dos primeiros reis de Israel. Tornou-se um grande profeta do Senhor.

Certa vez numa igreja, o ancião chegou ao pastor e propôs um severo castigo para dois meninos que estavam estragando um tapete do tempo.

- Deixe os meninos disse o pastor: Uma polegada de meninos vale mais que quilômetros de tapetes.

Amados pais:

Nosso filhos são preciosos presentes de Deus. São a herança do Senhor.

Como pais, devemos saber que um dia Deus vai perguntar:

“Onde está o rebanho que te foi confiado, o teu lindo rebanho?” Jeremias 13:20. Ou em outras palavras: Onde estão os filhos que eu te dei?

Cada um de nós terá que responder, queiramos ou não.

Permita Deus, que nossa resposta possa ser a que está em Isaías 8.18, “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu.”

Repetida em outras palavras em Hebreus 2:13: “Eis aqui eu, e os filhos que Deus me deu.”

Logo Jesus voltará a este mundo para reunir a família da terra com família do céu. Cada filho da família terrestre deverá receber as boas vindas no lar de glória.

Permita Deus que todos nós, pais e filhos sejamos recebidos por Jesus quando Ele vier.

O meu grande desejo é que vocês pais possam ser abençoados ao educar. E um dia Deus os recompense com a herança do Senhor

Paternidade de Deus

Durante muitos anos tenho convivido com duas imagens conflitantes na minha mente a respeito da Paternidade de Deus.

A primeira me é apresentada pela Palavra de Deus e me mostra um Pai amoroso, receptivo, que nunca me abandonará.

A outra imagem existe na minha mente, fruto da minha própria experiência com meu pai terreno, meu conhecimento da paternidade imperfeita existente no mundo, em cada família e finalmente da minha própria consciência como pai.

Ao longo dos anos muitas vezes me senti com o coração vazio de fé, incerto sobre o futuro, incapaz de tomar decisões arriscadas. Eu lia a respeito do cuidado de Deus Pai, mas embora eu entendesse racionalmente cada palavra a respeito do amor e bondade de Deus como pai, dificilmente eu conseguia crer – meu coração não colaborava.

As imagens eram tão conflitantes. Meu pai é um excelente pai, mas como todos os pais, também falhou e eu como pai também falho. Então era como se eu entendesse a Paternidade de Deus através das lentes da minha própria experiência de paternidade imperfeita, adquirida através da vida.

Era como montar um quebra-cabeças com a tampa trocada. Você sabe: quando se compra um quebra-cabeças, na tampa da caixa, vem a imagem do que vai ser montado – uma paisagem, um navio, ou seja o que for.

Era como se eu tivesse nas mãos as peças do quebra-cabeças – cada citação da Bíblia que revela o amor, a bondade, a graça de Deus Pai, o Pai das luzes, aquele de quem Jesus disse: ” a ninguém chameis vosso Pai…” (no sentido de se vangloriar de sua origem), aquele a quem Jesus orou: “Pai nosso…” – e são tantas referências a esse amor e comunhão.

Mas sabe, eu tinha as peças do quebra-cabeças, mas eu tentava montar o conjunto tendo como roteiro a tampa da caixa (a minha imagem de paternidade humana imperfeita).

Nos últimos anos tenho participado ativamente de um curso chamado Veredas Antigas – é um curso bíblico, na área de relacionamento, maravilhoso. Muitas famílias tem sido restauradas por intermédio do ensino da Palavra ali ministrado.

Um dos objetivos do curso é restaurar a verdadeira imagem de Deus. O diabo, nosso inimigo tem investido pesado em destruir a família, porque ele sabe que destruindo a imagem do pai, destruirá uma figura que temos do cuidado e amor de Deus.

Eu também tenho sido restaurado. Joguei fora a tampa da caixa – a imagem imperfeita da paternidade humana – e tenho conhecido mais desse amor que nunca me abandona.

Hoje monto o quebra-cabeça da revelação do amor de Deus, quero conhecê-lo mais, sem consultar minhas referências mentais, mas sim a Palavra de Deus unicamente.

Isso tem me transformado. Sinto mais confiança em Deus, pois sinto o seu amor. Já não sou um homem de coração dobre, inconstante nos caminhos (é lógico que eu era assim – eu tinha uma imagem alternada de Pai no meu coração – as vezes Pai infalível, às vezes pai falho). A versão em português da e-sword diz:

Tg 1:8 homem vacilante que é, e inconstante em todos os seus caminhos

Hoje posso entender (não apenas com a mente, mas sentir em meu coração) o Salmo 23: O Senhor é o meu pastor e nada me faltará.

É claro que nada me faltará – estou convencido desse amor insuperável – o de Deus.

E 1 Jo 5:5 e, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que já alcançamos as coisas que lhe temos pedido.

Hoje sinto esse amor infalível.

Jogue fora a tampa da caixa também. Não associe Deus Pai à imagem de paternidade imperfeita que as circunstâncias da vida lhe passaram. Creia no que Jesus disse. Você também pode chamá-lo: Abba – Paizinho.

Deus te abençoe.

Fonte: http://www.e-fam.de

Rapazes revoltados

Patrice Lewis fala sobre padrões morais

Recentemente, li um artigo extraordinário sobre o assunto do motivo por que tantos rapazes estão revoltados, chateados e rebeldes. A escritora desse artigo (Tiffani) tem cinco filhos, inclusive dois meninos com as idades de 14 e 2 anos. No laboratório de uma vida familiar feliz, estável e caótica, ela criou essa louca teoria: de que os meninos precisam de homens para lhes ensinar a ser homens. Loucura, não é?
À medida que Tiffani observava os padrões morais, atitudes, ética profissional e senso de responsabilidade da sociedade se deteriorarem, ela não conseguia deixar de especular se a falta de um homem forte na vida dos meninos os transforma de “doces, amorosos menininhos corados” em adolescentes monstruosos. E ela ficou pensando… será que a rebelião na adolescência é uma fase natural da vida, ou será que é causada por algo de que os meninos têm falta?
A premissa da teoria de Tiffani é que as mães precisam saber quando se retirar e deixar seus filhos do sexo masculino aprenderem a ser homens sob a tutela de seus pais (ou figuras paternas). Como todas as mães, Tiffani quer proteger seus meninos de ferimentos. Mas isso é bom a longo prazo? Talvez não. Tiffani está aprendendo quando afastar-se e deixar seu marido assumir a orientação de seus meninos.
À medida que amadurecem, os meninos nem sempre vão querer — ou precisar — proteção. Eles precisam de desafios, aventuras e atos de cavalheirismo. Os pais — os pais fortes — sabem quando afastar a proteção das mães e começar a treinar seus filhos a serem homens. A palavra-chave é treinamento.
O treinamento é decisivo. Meninos sem treinamento crescem e se tornam monstruosos: fora de controle, predatórios em cima das mulheres, irresponsáveis, incapazes ou indispostos a limitar seus impulsos movidos à testosterona para agressão ou sexo. Nossa atual sociedade está toda encardida com os prejuízos que sobraram dos meninos que nunca aprenderam o que é necessário para ser um homem. Lamentavelmente, esses “meninos adultos” muitas vezes procriam indiscriminadamente e despreocupadamente, então se recusam a ser pai para os filhos que eles produzem.
Mas homens treinados transformam a sociedade. Eles trabalham duro. Eles movem coisas pesadas. Eles constroem abrigos. Eles protegem, defendem e resgatam. Eles providenciam provisão para suas famílias. Eles fazem todas as coisas assustadoras, feias e sujas que as mulheres não conseguem (ou não querem) fazer. Homens treinados são, nas palavras do colunista Dennis Prager, a glória da civilização.
Conforme aponta Tiffani, os meninos precisam de homens para ajudá-los a estabelecer sua masculinidade de modo apropriado. Os homens entendem que os meninos precisam de experiências e desafios definidores para cumprir seus papéis biologicamente programados. As mulheres não entendem isso, mas não tem problema. Pais fortes (ou figuras paternas fortes) instintivamente intervirão e começarão a treinar os meninos como domar a testosterona, como trabalhar, como respeitar as mulheres, como liderar e defender e como eliminar ameaças.
O problema começa quando não há um modelo de papel masculino para um menino imitar. Se os homens estão ausentes, enfraquecidos ou indispostos a ensinar os meninos como se conduzir, então os meninos não aprendem como ser homens. É simples assim.
As mães não têm a capacidade de ensinar os meninos a ser homens. Não importa quanto amemos nossos filhos do sexo masculino, não temos essa capacidade. As mães querem ser mães porque, afinal, é o que fazemos. Protegemos, cuidamos e beijamos as feridas dos nossos meninos. Mas chega uma hora na vida de todo menino em que ele precisa se erguer acima dos beijos nas feridas e ser um homem.
Os homens não dão beijos nas feridas. É assim que eles se tornam guerreiros e protetores.
Lembro-me de quando o filho de 13 anos de nosso vizinho andou de bicicleta até nossa casa, uma distância de um quilometro e meio em difícil estrada de terra. Ele levou um tombo desagradável e chegou coberto de arranhões e sangue. Quando lhe perguntei o que havia acontecido, ele explicou sobre o tombo… então acrescentou um sorriso radiante: “Mas não tem problema. Sou menino”. Não é preciso dizer mais nada.
Se eu tivesse me descabelado com a situação dele, falando carinhosamente, agindo de forma excessivamente preocupada e beijando seus machucados, eu teria roubado dele a aventura de ter sobrevivido de seu acidente. Ele se orgulhou das cicatrizes de sua batalha, e a última coisa que ele queria era cobri-las com ataduras infantis.
O que acontece quando os meninos não têm um homem forte para lhes ensinar? Os resultados variam de indivíduos fracos e covardes a totais brigões. Dou um exemplo em meu blog sobre uma mulher dominadora com um marido fraco criando dois filhos do sexo masculino. Esses meninos estão crescendo num lar torcido e desordenado que vai contra a natureza humana e a programação biológica, e os meninos vão virar homens abrutalhados.
Meninos que crescem com nada senão a “proteção” de suas mães — sem nenhum homem forte para lhes dar a chance de acabarem com as ameaças — se tornam revoltados e cheios de amargura. Eles sabem que algo está errado. Eles sabem que têm de defender as mulheres, mas eles guardam tanto ressentimento de suas mães por “protegerem” a eles de todos os desafios que o modo como eles veem as mulheres fica distorcido.
Se o marido dessa mulher tivesse desempenhando seu papel como cabeça da casa, esses meninos poderiam ter se tornado homens diferentes. Se ele tivesse resgatado seus filhos do perpétuo amor protetor de sua esposa, seus filhos poderiam ser Homens em Treinamento em vez de Futuros Abrutalhados. Mas temo que seja tarde demais.
Creio que uma parte de criar filhos fortes e equilibrados vem de meninos observando suas mães honrarem seu pai. O lar em que a mãe e o pai respeitam um ao outro por suas várias forças biológicas cria os filhos da forma mais estável e equilibrada possível.
Meu marido e eu não temos filhos para criar e se tornarem homens. Mas nossas meninas estão aprendendo a admirar a verdadeira masculinidade, não potenciais abrutalhados ou fracos e covardes. Ajuda tremendamente que, em nossa vizinhança, estejamos cercados de pais responsáveis que estão criando excelentes rapazes — fortes, prontos para ajudar, protetores das mulheres, ansiando serem heróis.
Com que tipo de homem você pensa que quero que minhas filhas casem algum dia? O Homem de Verdade que assume seu papel biológico de protetor e guerreiro? Ou o Rapaz Revoltado que xinga a mãe e despreza o pai? Qual lhe parece o homem mais equilibrado e firme?
Nada disso é difícil demais de entender — ou, pelo menos, não devia. Infelizmente na cultura andrógina feminista de hoje, esse conceito se tornou motivo de desprezo e zombaria.
Patrice Lewis é uma escritora independente e autora do livro “The Home Craft Business: How to Make it Survive and Thrive” (Empresa Doméstica de Artesanato: Como Fazê-la Sobreviver e Prosperar). Ela é cofundadora (com seu marido) de uma empresa doméstica de artigos de madeira. O casal Lewis vive em Idaho, educando em casa suas duas filhas e cuidando de seu gado. Visite o blog dela: http://www.patricelewis.blogspot.com/

Estimule o seu filho.

Os pais devem sempre procurar estimular seus filhos. Uma palavra de apreciação, por pequena que seja, ajuda muito. John Newton, pregador inglês, muito conhecido pelos hinos que escreveu, costumava dizer: “Eu sabia que meu pai gostava de mim. Mas parece que ele fazia questão de que eu não soubesse isso”.

Ensina o seu filho no caminho em que deve andar

A tendência é sempre defendermos nossos filhos… Um menino chega da aula todo sujo e arranhado, a mãe vê o filho e diz: – Joãozinho! O que foi que aconteceu? – Foi um menino grande que me bateu na escola! – Amanhã vamos lá na diretoria para fazer uma queixa para a diretora. – Você reconhece o menino que te bateu? – Sim! Eu tô com um pedaço da orelha dele aqui no meu bolso!! 10/4/07

Acesse o nosso site : http://www.wix.com/adbritaim/micaff

O menor abandonado

Era quatro e meia da tarde de um sábado ensolarado. Eu estava chegando em casa depois de um passeio ao parque com minha esposa e nossos filhos que ainda eram pequenos. A secretária eletrônica acusava vários recados, mas um em especial com cerca de dois minutos de duração. Quando comecei a ouvi-lo fiquei meio sem ação. Era um amiguinho dos nossos filhos que depois de ligar várias vezes, havia deixado um último recado dramático. “Por favor, tio, vem me buscar aqui em casa para eu ficar junto com vocês. Por favor, por favor, por favor, por favor, por favooooor…” (e isto se repetia por quase dois minutos). Depois de ouvir o recado, liguei para aquela criança. Ela havia passado metade do sábado com a empregada, e na outra metade estava sozinha assistindo a TV até que seus pais chegassem do trabalho e das atividades da igreja. O apelo daquela criança cortou meu coração e me levou a pensar muito. Cheguei à conclusão que “menor abandonado” não é apenas aquele que está na esquina pedindo um trocado. Há muitos lares cristãos com centenas de “menores abandonados” pelos pais que estão ganhando dinheiro ou correndo atrás da próxima atividade da agenda. – Falcão Sobrinho

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Você deixaria sua filha sair com alguém completamente estranho?

“Claro que não!” você diz.

Bem, pense sobre como é o namoro de adolescentes. Sua filha recebe uma ligação e a próxima coisa que você sabe é que algum rapaz está buzinando e esperando em seu carro. Agora, considere aquele exemplo do estranho novamente. Quando você deixa sua criança sai em namoro com alguém que você não conhece, é a mesma coisa. Então, tenha certeza de saber com quem sua criança está passando o tempo.

Pai, você está dando às seus filhos as duas coisas que eles realmente

Para se tornar um pai melhor, comece com tempo e confiança. Suas crianças
precisam de seu tempo. Quando são pequenas, brinque com elas, abrace-as e
leia para elas. Quando são mais velhas, converse com elas e lhes escute.
Junto com seu tempo, suas crianças precisam confiar em você. Não faça
promessas que você não pode cumprir. Viva uma vida de honestidade e
integridade.

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