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Arquivo para a categoria ‘Namoro e Noivado – Acesse o nosso site : http://www.micaff.com.br’

Conselhos importantes para quem quer se casar.

” Ao homem pertencem os planos do coração; mas a resposta da língua é do Senhor. Todos os caminhos do homem são limpos aos seus olhos; mas o Senhor pesa os espíritos. Entrega ao Senhor as tuas obras, e teus desígnios serão estabelecidos.O coração do homem propõe o seu caminho; mas o Senhor lhe dirige os passos.” Pv. 16: 1-3,9

Hoje eu quero passar algumas informações principalmente aos juvenis e jovens que pensam em se casar um dia e querem ser felizes e abençoados por Deus.

Em dias que os valores estão distorcidos, onde existe tanta irresponsabilidade na área de formação de famílias. Em dias em que a mídia sem escrúpulos coloca como atores principais adolescentes em cenas de nudez e perversão sexual, ou novelas do tipo Malhação, onde um tempo atrás uma médica aconselha a uma mãe a deixar que o filho transe com a namorada dentro de sua própria casa.

Eu gostaria como prevenção aos nossos jovens e adolescentes apresentar uma seqüência de princípios que aos ajudarão refletir sobre os verdadeiros valores que valem realmente a pena serem observados e praticados.

1. JOVEM, NÃO SE PRECIPITE.

Deixe as coisas acontecerem naturalmente. Você é especial para Deus e Ele tem preparado aquele (a) que irá compartilhar com você os seus sonhos, os seus anseios.

Se você já está namorando alguém, deve lembrar que no período de namoro deve-se ter um comportamento santo, evitando ao máximo as carnalidades, os contatos físicos, porque esta atitude está na contra mão da espiritualidade. Embora a idade da adolescência, da juventude a pessoa esteja biologicamente com a sua sexualidade a flor a da pele. Deve-se buscar em Deus o equilíbrio, o controle.

Eu fico estarrecido quando vejo na mídia, nas instituições religiosas e governamentais estimularem e orientarem os nossos jovens a praticarem o sexo com segurança; Isto é, usando preservativo como se o sexo livre fosse opcional. Eles passam a mensagem de que você deve se soltar e só fazer sexo com alguém que você ama, para se sentir seguro (a).Etc. A Bíblia condena claramente a prática do sexo, fora do casamento. Definitivamente não existe sexo seguro fora do casamento. Não devemos esquecer que camisinhas furam. Por isso você jovem não deve se precipitar. Deixe o afã das carícias para ser desfrutado após o casamento.

Se você estiver namorando gaste tempo para conhecer esta pessoa que você diz amar. É bom tirar tempo no sentido de conversar sobre os gostos e o futuro de vocês evitando ao máximo contato físicos.

Cultive um relacionamento de harmonia, de paz e de autocontrole, de amor puro. Não façam nada que venham a se envergonhar mais tarde. Vale a pena esperar o casamento. Vocês terão muito tempo, uma vida inteira para se relacionarem sexualmente

2. ESTEJA SEMPRE DEBAIXO DAS ORIENTAÇÕES DE SEUS PAIS

Há uma tendência e prática no meio da juventude de pensar que já são livres em suas ações e que os pais não devem se intrometer. A obediência às determinações dos pais com certeza é o fundamento básico para a benção enquanto estão juntos a eles e obedecendo-os com certeza estarão sendo preparados para que no futuro saibam administrar a sua própria família. O quinto mandamento com promessa deixa bem claro: “Honra a teu pai e a tua mãe, como o senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que o Senhor teu Deus te dá”. (Dt. 5:16)

Com certeza os seus pais querem o melhor pra você e a interferência deles é sem dúvida nenhuma saudável e necessária para as devidas correções de rumo em sua vida.

Leve a sério as sua orientações, observações e conselhos. Siga sempre os horários pré–estabelecidos. Conviva somente com amizades reconhecidas pela sua família.

Infelizmente, quero destacar, que existem modelos de pais por aí que, muitas vezes não correspondem com uma realidade cristã e por conseguinte deixam a desejar no que diz respeito na formação de caráter de seus filhos, porém mesmo assim a sua atitude para com eles deve ser de testemunho bom e saudável. Busque em Deus e na sua Palavra as orientações seguras. O seu pastor poderá ajudá-lo (a) nestas horas de conflito, para que o seu futuro não esteja comprometido e você esteja fazendo exatamente a vontade de Deus.

3. LEMBRE-SE: QUANDO ESCOLHER ALGUÉM PARA NAMORAR, ESTA PESSOA DEVE SER UM CRISTÃO LEGITIMO.

A Bíblia diz: “Andarão dois juntos se não estiverem de acordo”.(Am. 3:3).

A Bíblia também fala em II Co. 6:14 sobre o jugo desigual. “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? Ou que comunhão tem a luz com as trevas”?

Imagine você já casado(a) e o seu cônjuge começar a pensar e agir totalmente contrário aos princípios bíblicos. Você vai querer ir à Igreja no Domingo na Escola Dominical – Ele (a) vai querer ir ao clube e ainda por cima levar as crianças.

Você como um bom cristão que ama Deus não vai querer bebida alcoólica dentro de casa. Ele(a) além de trazer bebida pra casa, ainda vai trazer os amigos inconvenientes. Estes e tantos outros motivos são fatores pelos quais os casamentos se desfazem. Com certeza muitas pessoas ignoram em tempos de namoro estes pequenos porem importantes detalhes e por isso passam por situações muitas vezes constrangedoras

O bom mesmo, para um relacionamento ser estável é começar certo. O bom é que ambos sejam cristãos genuínos, nascidos de novo, conhecerem verdadeiramente Jesus Cristo, ter uma experiência com um poder restaurador de Deus.

4. ANTES DE SE ENVOLVER EMOCIONALMENTE COM ALGUÉM NO NAMORO, SE ENVOLVA ESPIRITUALMENTE COM CRISTO JESUS.

Jesus Cristo deve ser a prioridade de sua vida. A Bíblia diz que você deve buscar a Deus em primeiro lugar e a sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas por Ele em sua vida.(Mt. 6:33)

Gaste tempo, tendo prioridade na leitura, estudo da Bíblia e na oração.

Leve a sério à vida cristã. Tenha compromisso com a sua igreja local. Não fique pulando de Igreja em Igreja. Se identifique com os projetos de sua Igreja local.

Ame o seu pastor, as lideranças que Deus tem colocado sobre a sua vida.

5. NÃO NEGLIGENCIE NOS ESTUDOS SECULARES

Estude e estude muito. Há um conceito errado que têm se formado no meio de jovens cristãos, que Jesus está voltando e por isso não se precisa de ensinos seculares somente os que a Bíblia ensina. Muitos jovens abandonam os estudos para ir para Seminário. Eu creio que esta não é a vontade de Deus. Todas as coisas têm o seu tempo certo. Há um tempo de estudar e se preparar e usar a própria profissão no futuro em função do Reino de Deus.

Moças e rapazes se envolvem emocionalmente em namoros e antes do termino dos estudos resolvem se casar. Comprovadamente é um transtorno, pois não estão preparados ainda para este tipo de desafio. Se a pessoa que você está namorando te respeita e te ama verdadeiramente saberá esperar o tempo certo.

6. NAMORO É COMPROMISSO

Nada de ficar. Respeite você próprio. Respeite o seu corpo. Sua família. Estes relacionamentos de paixão, superficial e ligeiro trocando de parceiro sempre que se tem vontade pode trazer sérios problemas de desvio emocional e de afirmação em sua vida, além de trazer conseqüências terríveis na formação de caráter. A sua auto-imagem com certeza vai ficar comprometida. No futuro, quando você estiver por dentro de casamento precisará afirmar-se e você pode ter problemas de relacionamento com seu marido ou esposa. Além de tudo isso deve ser terrível, passar a ter sentimentos de rejeição e de frustração, quando você for alvo de piadas, comentários e fofocas feitas por pessoas do seu relacionamento.

Se pretenderem se casar, antes analisem bem a situação financeira. Há um ditado que diz: “Quem casa quer casa” A Bíblia diz: “Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher e serão os dois uma só carne”. (Gn. 2:24)

Este negócio de casar e morar com os pais não funciona, por melhor que eles sejam. Quando você faz isto, quebra-se um princípio da Palavra. Você deve deixar a casa paterna e este Deixar significa em todos os sentidos: Financeiro, geográfico, emocional, íntimo, etc. Isto não quer dizer que você deixará de amar, de honrar os seus pais. Apenas se afastarão para a formação de uma nova família e a farão com a benção deles.

Por parte dos pais deve haver esta compreensão, ou seja, o de liberar os filhos para serem felizes. A função dos pais após o casamento dos filhos é de intercessão, é estar presente quando convocado pelos filhos. Estarão sempre prontos para oferecerem conselhos com discernimento e sabedoria.

Bom eu quero orar por você juvenil ou jovem que acabou de ler estas considerações nesta oportunidade. Eu não conheço você, nem os seus problemas. Mas conheço Jesus que pode solucionar as suas dificuldades. Deus entende você. Quem sabe você está frustrado (a) chateado (a). Quem sabe aquele namoro que não deu certo, porque você quebrou princípios que não poderia ter quebrado. Eu quero lhe dizer que Deus lhe ama e se preocupa com a sua felicidade.

Oração: Deus e Pai. Tu conheces este jovem, esta jovem, e pode com certeza avaliar melhor do que ninguém suas reais preocupações nesta fase de sua vida. Tenho certeza que o Senhor o (a) ama e quer vê-lo (a) feliz e abençoado. Coloque em seu coração vontade de conhecê-lo melhor. Mesmo que este mundo esteja cheio de opções contrarias a sua vontade, trabalhe em sua vida diariamente fortalecendo o seu coração e indicando o caminho que ele (a) deve seguir. Resolva os seus problemas diários, o seu relacionamento com seus pais e abençoa-o (a) com toda sorte de bênçãos espirituais. Faço esta oração em Nome de Jesus Cristo a quem dou toda a honra e Glória, hoje e sempre, Amém.

Pr. Nélson R. Gouvêa

Namoro Cristão

Por Eliene Percília

Atualmente, a religião vem influenciando muito em relação ao namoro. A visão dela sobre o namoro é um pouco rígida para os parâmetros atuais do namoro, porém é necessária. Na atual conjuntura social que vivemos está ocorrendo à banalização do namoro.

Há algum tempo atrás o namoro era algo sério, a liberdade do casal era pouca; baseava-se apenas em segurar as mãos, às vezes o rapaz conseguia roubar um beijo escondido dos pais da donzela.
Já hoje o namoro é algo que se leva na brincadeira, juntamente com o tal de “ficar” (você dá uns beijos ou até mesmo tem relações, só que você nunca mais vê o parceiro).

O namoro está bem libertino, já envolve caricias mais intimas incluindo sexo. Porém a religião está fazendo com que volte o respeito que havia no namoro.
Dentro da visão da religião o namoro é um período de conhecimento mútuo, conhecimento da alma, do coração, nunca do físico um do outro.

Fonte : http://www.alunosonline.com.br/religiao/namoro-cristao/

A parte física fica reservada para após o casamento, para isso os religiosos fazem a comprovação através da bíblia (hebreus 13,4; Gêneses 2,24…). Mas devemos lembrar que a religião não nos impõe isso, apenas nos dá à opção de praticar a “visão de Deus” ou a “visão mundana”. Cabe a nós essa decisão.

Veja links relacionados:

Carta a um solteiro (frustrado)

Bello in Textos, Traduções

Owen Strachan
Caro solteiro (frustrado),

Olá. Bem-vindo a essa página particular. Tenho alguns pensamentos que preciso lhe contar. Tenho notado seu apuro, e quero lhe ajudar.

Nessa “peça”, quero fazer o papel do irmão mais velho para o mais novo (ou do melhor amigo para o amigo). A graça vinda de um irmão é fácil de esquecer, não é? Lembre quando seu irmão mais velho ou primo (ou amigo mais próximo) te chamou de canto após seu pai (ou uma figura autoritária) te acalmar e ter dito, “Ei, cara, tudo bem. Faça o que o Pai diz. E você ficará bem. Ajudarei você se precisar.” Então ele te deu um tapa nas costas e disse pra você ir brincar lá fora. Lembra da sensação? Foi poderosa. Foi restauradora. Colocou as coisas em perspectiva, te ajudou a ver que você ia ficar bem. Isso é o que eu espero fazer aqui. Não quero repetir o que o “Pai” diz – só estou chegando ao seu lado. Você vai entender o que eu digo em um minuto.

Problema do HomemOs homens atualmente estão em apuros. Muitos precisam de um grande desafio.

Muitos comentaristas evangélicos e, particularmente, “novos Calvinistas” estão notando problemas endêmicos da masculinidade moderna – Al Mohler, Mark Driscoll, Darrin Patrick e Rick Phillips, para citar alguns. Isso não poderia ser mais bem-vindo. Atualmente, os rapazes têm aprendido por inúmeras fontes e meios de comunicação que eles são idiotas, ignóbeis e inferiores às mulheres. Eles ficam com garotas, fogem da responsabilidade, só levam na brincadeira as coisas sérias, e geralmente negligenciam grandes oportunidades que surgem. As estatísticas relacionadas com as universidades, o casamento e a respeito da entrada e avanço no mercado de trabalho, oferecem testemunho ilimitado dessa realidade. Uma geração criada pela Maxim [N.T. – revista masculina com conteúdo sensual] vê as mulheres como conquistas e crianças como uma inconveniência. Uma geração devotada a Jackass [N.T. – programa de TV em que pessoas realizam vários atos insanos] encarna isso. Uma geração obcecada por fantasy football [N.T. – jogo “fantasioso” de futebol em que o jogador imagina ter um time irreal com jogadores reais, competindo entre si] se entrega a um mundo de fantasia, onde jogos e jogadores substituem liderança e busca real. Os homens estão em apuros, homens cristãos estão sendo vítima de muitas dessas pequenas coisas.

Então, deixemos tocar a buzina. Desafiemos garotos e homens a seguirem um caminho diferente. Modelando-os ao que devam ser. Mostremos a eles como viver por Cristo, e servir a família, a igreja e a sociedade. Em todos os aspectos.

Mas há um perigo em nossa situação atual. Correndo atrás da faixa de garotos e homens como um gracioso, porém destemido, sargento, podemos ignorar os bem-intencionados. Alguns caras ouviram o chamado; eles leram livros; eles foram às conferências. Eles realmente querem ser maridos, pais e líderes da igreja. Eles estão progredindo em todas essas áreas para atingir a maturidade. Em alguns casos, eles não foram bem treinados pelos pais; em alguns, eles nem tiveram pais. Qualquer que seja seu pano de fundo, eles ouviram o chamado e querem respondê-lo. Apesar do pouco ou pobre treinamento, eles estão empenhados em fazer de um jeito melhor. Eles querem se levantar, amar muito uma mulher, educar os filhos a conhecer o Senhor, e juntar-se a outros homens assumindo sob suas costas o trabalho do ministério. Eles se inscreveram, eles possuem o crachá, e eles estão ansiosos para começar.

Isto não é um abraço em grupoIsto não vai se transformar em algum tipo de chamada pseudo-psicológica para uma ternura pródiga e cuidado com o coração frágil. A vida é dura. É através da dificuldade que Deus faz crescer seu povo. Ser um jovem nunca foi fácil, e isso realmente não deveria ser fácil. A barra deve ser bastante elevada para que os jovens tenham que pular para alcançá-la. As coisas devem ser dessa forma não porque é divertido ser mau, mas porque atingir a maturidade, e, especialmente, a maturidade Cristocêntrica, é difícil. Manter-se fiel a uma mulher, prover para a família, esquecer a fadiga para cuidar da família e conduzi-la bem – estas são coisas difíceis. Elas pedem por preparação dura, para que – como na guerra – você não pense que as coisas serão fáceis

Mas nós precisamos lembrar que ser solteiro pode ser extraordinariamente difícil. Parece fácil em análise do ponto de vista de quem é casado. É engraçado como esquecemos o medo abjeto que vem com o risco de chamar uma garota para sair. É engraçado como esquecemos a sensação de “soco no estômago” quando ela diz não. Engraçado como esquecemos a luta com sentimentos de inadequação, desesperança e ansiedade. Tal como acontecem com todas as provações terrenas, essas lutas requerem a graça de Deus, o conselho e a bondade dos amigos, bem como a aceitação e o incentivo da igreja.

Não estou pedindo um movimento cristão, como um torque, em que qualificamos infinitamente nossos desafios, repreensões e chamadas proféticas. Também não estou sugerindo que os líderes cristãos anunciem que a maturidade masculina perdeu algo. Se você escutou ou leu a respeito dessas figuras citadas, você frequentemente encontrará ajuda e explicações sobre esse tema. Não tenho nenhuma desavença com esses homens. Tenho me beneficiado grandemente do seu ensinamento bíblico e considero isso pessoalmente fundamental. Eu acho que é desesperadamente necessário, mais até sobre o que estou escrevendo aqui. Mas com tudo dito, nós todos precisamos de encorajamento e esperança. Negar isso aos homens – especialmente aos solteiros frustrados que procuram coisas boas – seria cruel.

O que fazerAs mulheres precisam da mesma marca de conforto do que os homens. Isso não é exclusividade. Muitas jovens fazem seu caminho através da solteirice em silêncio e solidão. Mesmo chamando as jovens para a feminilidade bíblica e seus privilégios e responsabilidades, nós precisamos deixar claro que os cristãos solteiros são cidadãos do reino de pleno direito. Muitos de nós conhecemos jovens mulheres que almejam ser nada mais do que esposas e mães, mas que não tem, por qualquer razão, visto Deus fazer acontecer. A doutrina da providência é a resposta e o conforto nessas situações.

Tenho focado, porém, nos homens. Muito do tipo de encorajamento que sugeri como necessidade precisa chegar ao contexto da igreja local, e em particular através dos homens mais velhos e experientes, e alcançar os homens mais jovens. Existe uma carência desse tipo de atividade em muitas igrejas, e precisamos de uma recuperação de orientação e discipulado. O livro de Tito é pequeno, mas potente nesse ponto tanto para homens quanto para mulheres. Muito desse tipo de envolvimento relacional significa ajudar os jovens frustrados a pensar seriamente sobre a melhor forma de elaborar estratégias para a liderança. Em alguns casos, pode significar questionar – Como você está apresentando a si mesmo? Você pode crescer em habilidades de conversação? Por que rapazes que perguntam a garotas se elas consideram o casamento no primeiro encontro merecem um shoulder-punch [N.T. – golpe de artes marciais em que o oponente lhe atinge com o ombro em uma situação de surpresa]. Em outros, pode simplesmente significar os encorajar, lembrando-os da verdade bíblica, e escutar – sem questionar, mas escutar. Tudo isso ajudará o jovem a perceber que, embora a chamada audaz para a Maturidade Masculina seja absolutamente necessária, ela não deve ser entendida como uma condenação.

Em todas essas coisas, nós precisamos de uma ênfase na confiança em Deus, o Salvador e Pastor do seu povo. Isso é básico, mas essencial. Deus enviou seu Filho para a terra com a finalidade de salvar nossas almas perdidas. Essa é a nossa maior alegria. Toda pessoa, solteira ou casada, tem a oportunidade de participar no trabalho de promoção do evangelho, viver doxológicamente (em prece ou cântico cujo fim é glorificar a Deus) de tal forma que Deus é apresentado – em toda e qualquer época da vida – para que viver seja eminentemente mais valoroso do que sexo, dinheiro, status, sucesso, ou mesmo a família natural. O conforto com que esse Deus, esmagadoramente bom e gracioso, dirige todo e cada aspecto das nossas vidas, cada momento que passa, não é mera referência teológica, mas uma realidade bíblica de grandes conseqüências pessoais.

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Então, esse é meu caso, irmão solteiro. Se você puder imaginar isso, considere-me seu irmão e amigo. Não se preocupe acerca de todos esses conselhos. Aonde quer que você se ache, com qualquer esperança que você carregar, faça tudo que puder para atender ao chamado bíblico da maturidade masculina. Rejeite a cultura e as tentações. Imite seu Salvador. Procure por homens de Deus para lhe discipular. Se você perceber que não foi chamado para a solteirice (e alguns definitivamente são), considere o risco da rejeição. Continue empurrando o medo do passado. Continue servindo sua igreja fielmente. Ore de maneira forte. Despeje seus desejos ao Senhor. Confie n’Ele como tem feito. Nunca pare de confiar n’Ele.

A masculinidade é difícil; continue pressionando e tendo domínio – espiritual, físico, emocional – da sua vida e do seu mundo. Deus amou você; você ama Deus. Eu não sei o que Deus tem para você, mas eu sei que porque Ele é grande, e bom, e gracioso, você estará bem.

Chega de conversa. Você está pronto para ir lá fora?

Seu irmão, Owen.

Tradução: Dennis Nery| Revisão: Rafael Bello| iprodigo.com| original aqui

Fonte: iprodigo.com

O que acabou no seu casamento ?

Durante os festejos de um casamento realizado em Caná da Galiléia, Maria, sabendo do constrangimento pelo qual estava passando a família do noivo, se aproximou do Senhor e lhe disse: “O vinho acabou”.

Em algumas situações na família podemos procurar o Senhor e humildemente: e dizer “Acabou o amor pelo meu conjuge”. “Acabou a comunicação “, “Acabou a alegria”, “Acabou a paciência”, “Acabou a esperança”, “Acabaram os recursos”, e assim por diante.

“Acabou o vinho ” E Jesus solucionou um problema que havia no casamento! Não resolverá Ele problemas mais sérios, envolvendo as necessidades físicas, as necessidades emocionais e as necessidades morais? Tenha a ousadia para confessar: “Acabou o vinho”!

Fonte : Micaff – Sidnei Martins

RIR : O Moço que queria uma namorada

Certo irmão, muito ansioso, estava à procura de uma namorada. Já havia orado muito e nada de resposta. Então chegou no pastor e pediu:
- Pastor, ora por mim, eu preciso de uma namorada.
O pastor, com imposição de mão, orou:
- Senhor Todo Poderoso, concede a Vitória para teu filho….
Antes que o pastor terminasse a oração o irmão interrompe e diz:
- Oh, pastor, a Vitória não! Ela é muito feia!

CIÚME NÃO É SINAL DE AMOR

Seu relacionamento há crises de ciúmes? Saiba como isto é prejudicial

Se quisermos dar um golpe mortal na violência contra a mulher, precisaremos analisar em profundidade a situação que permite que as ações violentas ocorram. Embora conscientes de que muitas variáveis estejam envolvidas nestes processos, faremos um “zoom” num aspecto que se destaca como relevante o suficiente para merecer atenção especial, o ciúme.

Para esclarecer o termo ciúme, neste momento, o definiremos como o sentimento doloroso de ameaça de perda de algo que se possui. Na opinião de muitos o ciúme é natural, normal e inclusive inevitável. O que importa aqui não é a natureza da emoção em si e sim o que se faz com ela. Como qualquer outra emoção, pode ser bem ou mal utilizada.

Os comportamentos dos casais que vivem a violência, psicológica ou física, mostram que, na base dela há a crença de que “o ciúme é sinal de amor”; às vezes, até mais do que isto, ele é visto como uma grande prova de amor, como se fosse parte integrante e inseparável desta vivência. Vale observar que isto abre uma grande brecha: este princípio faz com que a hostilidade gerada pelo ciúme se torne tolerável.

Esta análise cabe perfeitamente para os dois sexos, já que o ciúme não é característico de um só, mas usaremos aqui o exemplo do homem como sendo o ciumento, já que o tema em questão é a violência contra a mulher. O homem que usa o seu ciúme para hostilizar alguém, a quem diz amar, está sendo, no mínimo, absolutamente incoerente. Pode-se afirmar que lhe falta competência emocional para não permitir que esta emoção prejudique o relacionamento, mas olhando por outro ângulo, também se pode inferir que ele esteja se aproveitando da crença geral de que o ciúme é normal, aprovável e até desejável, para buscar ter poder e influência sobre o comportamento da sua parceira afetiva. Prova disto acontece quando, a partir disto, ele passa a exigir mudanças dela e até a culpa pelo seu mal-estar e sofrimento. E, numa competição de poder perigosa com ela, ele, de ameaçado pela perda, passa agora a ameaçar, utilizando-se de várias artimanhas para confundir e dominá-la. Aqui entramos no terreno da hostilidade, da tortura psicológica. Esta é uma armadilha que pode aprisionar e levar o casal cada vez mais para o caminho da violência, até o fundo do poço.

A realidade mostra que o jogo do ciúme só acontece com os pares, não individualmente. Então, como se manifesta o outro lado, o da mulher? Muitas vezes, nota-se que ela entra na autodefesa ferrenha, mostrando sua dificuldade em enxergar o jogo dele, não percebendo que, agindo assim, já escorregou para o papel da vítima. Assim, o parceiro, no lugar de vilão, se sente por cima e o jogo se instala na relação. Noutros casos, ela age de modo a se aproveitar do ponto vulnerável do parceiro, provocando realmente o seu ciúme, como que numa brincadeira cruel de “quem domina quem aqui”. O pior que a mulher pode fazer, no sentido de caminhar inexoravelmente para a violência e talvez isto seja o mais comum, é ceder ao domínio do parceiro, tentando mudar o próprio comportamento de acordo com a vontade dele, numa tentativa vã de conseguir fazê-lo se sentir seguro, para agradá-lo, ou aplacar a sua ira. Em todas estas respostas ao ciúme, o jogo tende a ser perpetuado, porque faz com que o homem se sinta mais poderoso na relação, num jogo que se torna cada vez mais violento e perigoso.

A mulher que está nesta situação pode sair deste círculo vicioso observando-se e decidindo não mais compactuar com o jogo, por exemplo, sendo indiferente, ou seja, agir pensando: “a loucura é dele e eu não tenho que me envolver com isto. Que brigue e esperneie sozinho”. Para isto, ela precisa se esforçar para não ceder ao comando do parceiro, não se defender ao notar que tenta explicar e não está sendo ouvida. Além disto, naturalmente não deve provocá-lo, alimentando o ciúme dele.
Agindo assim, ela convidará o parceiro a atuar de forma mais adulta e eficaz para o casal. Se houver realmente amor da parte dele, a tendência é de esvaziar a importância e a força do jogo. Mas, talvez algumas mulheres temerosas considerem a possibilidade de ele resistir a mudar e insistir em jogar, ou seja, de ir embora, para procurar outra pessoa que compartilhe “da loucura dele”. Isto é realmente possível, mas, pensando no flagelo da violência que pode ocorrer no futuro, se ele for embora, não será muito melhor?

O ideal e mais preventivo para a mulher é não entrar no jogo. Abrir mão da crença, absolutamente frágil, de que o ciúme é sinal de amor é uma forma bastante inteligente e eficaz, porque mesmo que o ciúme surja naturalmente, através da insegurança de quem ama, querer destruir alguém nunca será normal. Por isto, a hostilidade é um ótimo sinal do início deste jogo cruel. Cabe a ela estar atenta e preparar-se para conseguir ser firme o suficiente para impedir o avanço do jogo e da dominação. Isto sim é uma grande vitória!

Dependência emocional: a base da relação violenta

No último século, houve importantes mudanças no mundo ocidental, que resultaram numa razoável independência financeira e maior individualidade da mulher. Porém, houve uma defasagem nesta evolução, com a manutenção da crença compartilhada de que pessoas precisam da companhia, da atenção e do amparo umas das outras, como se fossem frágeis por natureza. Isto resultou na manutenção da imaturidade emocional de muitos adultos, especialmente no ambiente familiar, o que é definido como dependência emocional.

E por que isto é um problema? Porque quanto mais severa a dependência, mais a pessoa tende a colocar as suas possibilidades de escolha e ação nas mãos do outro. Um segundo motivo é que, assim como a criança se fixa na mãe, o dependente tende a se fixar num companheiro, como se este fosse a sua salvação e passa a exigir que este supra as suas necessidades. Além disto, ele sofre de baixa auto-estima, sentimento de inferioridade e de não merecimento, baixa autoconfiança, pouco autoconhecimento e incompetência para administrar as próprias emoções etc. Sintetizando, esta é uma composição “altamente explosiva”, pois suas conseqüências nas relações, especialmente nas afetivas, podem ser graves.

A prevalência é maior entre as mulheres porque elas aprendem a dar mais importância às relações desde criança. No início de um namoro, a dependência pode parecer natural, inofensiva e até mesmo agradável. Num plano consciente ou não, esta mulher tem a expectativa de ser cuidada e protegida pelo parceiro, ou seja, deposita nele as funções de um pai, o que demonstra sua imaturidade. Mais adiante, um sinal do distúrbio se dá quando ela freqüentemente faz jornada dupla de trabalho, tendo que cuidar da casa, dos filhos e da alimentação da família, além do seu trabalho externo. Este é um exemplo de quanto o machismo ainda está presente na sua intimidade.

Mas, o que explica isto? Por que esta mulher não negocia firmemente com seu companheiro a administração da casa e da família? Parece um direito tão óbvio! Aparentemente, ela nem se dá conta de quanto compactua com o machismo, oferecendo estas vantagens ao companheiro. Analisando-se, nota-se que este esforço ou sacrifício já é um fruto da dependência emocional, da sua crença de que precisa daquele homem para ser feliz e do seu medo de perdê-lo. Isto também faz com que ela ceda a outras vontades, jogos ou imposições do companheiro. Assim, colocando-se como dependente ou infantil, ou seja, numa posição hierarquicamente inferior na relação, ela abre uma brecha perigosa para o abuso de poder por parte do parceiro, isto é, o início do processo da violência psicológica e/ou física.

Por outro lado, o preço que ela cobra para ceder tanto são as exigências citadas anteriormente, de cuidados, proteção, fidelidade e amor. No entanto, ele tem condições de supri-la?

Observando-se a dinâmica do homem que se torna violento na relação afetiva, o que talvez seja mais difícil de notar, especialmente no início da relação, é que ele também é emocionalmente infantil. O fato é que ele assume defensivamente um papel de superior ou arrogante, visando justamente esconder esta fragilidade ou dependência. No entanto, uma análise mais acurada mostra que ele também vive a crença de precisar “daquela mulher” para se sentir bem e seguro.
Um sinal desta dependência é o processo constante de dominação da parceira à sua vontade.

Quando ela cede, ele se sente confortável, o que funciona como prova de que ela continua nas mãos dele e vai continuar atendendo às suas necessidades. Porém, o alívio é momentâneo, pois a insegurança dele vai ressurgir e ele vai pedir outra prova. O processo vai se agravando, especialmente quando ela “acorda” e tentar escapar das suas garras. Por tudo isto, nota-se então que ele, não só não tem condições psicológicas para suprir sua companheira, como funciona como egoísta e carrasco, para manter este status de comandante e superior na relação.

As conseqüências destes desencontros entre expectativas e ações são muitas frustrações, confusão, sentimento de injustiça, medos, ressentimentos, conflitos, ódio, hostilidades, desespero, competição pelo poder ou pela posse desta mulher e um contexto absolutamente favorável à violência física. Quando a situação chega a este nível de gravidade, o mais comum é que os dois sofram de séria dependência emocional e isto explica por que nenhum deles consegue sair da relação doente, mesmo quando notam que ela pode levá-los a um fim desastroso.

A boa notícia é que é possível curar este distúrbio. Para isto, uma pessoa precisa reconhecer que o problema está em si mesma e procurar ajuda através de livros sobre o tema da co-dependência, de psicoterapia especializada, de um grupo de mútua ajuda como o MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas) etc. Um passo fundamental é que deverá aprender a tirar o parceiro do centro da sua atenção 24 horas por dia e a centrar-se mais em si mesma e a suprir as suas necessidades de cuidados e de realização com seus próprios recursos, em vários aspectos da vida, não só amoroso e familiar. Ela iniciará um caminho de autodescoberta, especialmente do seu próprio poder para sentir mais prazer em viver momentos sem seu parceiro, sozinha ou com outras pessoas.

A saída está em permitir o amadurecimento emocional, responsabilizando-se pela própria vida e não pela do outro, comprovando que uma pessoa pode viver bem sozinha. Uma pergunta-chave que ela passará a fazer, quando se sentir desconfortável, é “o que posso fazer por mim?”. diferentemente da ladainha mental anterior de “o que ele(a) deve fazer por mim?”.

Enfim, o roteiro para sair desta relação violenta é a pessoa retomar o seu poder para se cuidar, assegurar-se em si mesma e achar seus próprios caminhos para tornar-se realmente realizada. Assim, tornando-se emocionalmente independente e adulta ela não mais precisará da companhia, da atenção e do amparo de um parceiro e sim quererá usufruir destes aspectos de um bom relacionamento porque são muito bons e saudáveis.

Elizabeth Zamerul é especialista em Protagonismo e autora do livro Corações Poderosos – Uma visão positiva das emoções no trabalho. www.elizabethzamerul.com.br

Fontes: Amor Conjugal / Creio.com

Top Blog 2010

Namorar, ficar, paquerar… Cuidado com as ciladas do diabo

O namoro sempre existiu em diversas culturas através dos tempos. É a forma de duas pessoas se conhecerem melhor e, com mais intensidade, alguém com quem se pretende ter um relacionamento sério com vistas ao casamento. Mas, atualmente, para muitos jovens o namoro convencional perdeu status.

Não é de agora, por exemplo, que os jovens usam o termo “ficar”. A expressão surgiu na década de oitenta entre os adolescentes de 13 aos 17 anos que buscavam simplesmente o prazer sem qualquer perspectiva de compromisso. Ou seja, é um comportamento em que os jovens conversam, se beijam, se abraçam e até têm relação sexual, sem nenhuma responsabilidade pós-encontro. Não há nenhum vínculo emocional, afetivo,espiritual e, muito menos, trocas de endereço e telefone.

O “ficar” é uma armadilha do Diabo

Para o pastor Gilson Bifano, diretor e conferencista do Ministério Oikos (Ministério Cristão de Apoio à Família) esta prática não deve ser seguida pelos jovens cristãos. “Se ele tem um compromisso com Deus e encara o seu corpo, a sua sexualidade, como a Palavra diz, ele não vai ter esse comportamento. Devemos ser diferentes; sal e luz do mundo”, enfatiza o pastor. Na visão dele, o “ficar” é uma estratégia de Satanás para minar a pureza moral da juventude, neutralizar seu testemunho, e, posteriormente, estragar seus lares.

“O diabo utiliza vários métodos para levar o homem ou a mulher a uma relação sexual fora dos padrões de Deus. A Bíblia diz : “Não vos defraudeis uns aos outros”. Defraudar é passar dos limites da intimidade com uma outra pessoa que não seja o seu cônjuge. O texto declara que o sexo é para ser desfrutado entre o homem e a mulher no contexto do casamento. E o ‘ficar’, conhecido antigamente como o ‘arrocho’, é uma fonte de excitação, em que beijos ardentes e carícias em partes íntimas são praticados. Dificilmente, um jovem conseguirá ter uma vida de santidade em um relacionamento passageiro, sem um peso de responsabilidade e compromisso’, enfatiza.

A juventude precisa de santidadeSegundo Bifano, há uma grande diferença entre pureza e virgindade, já que alguns adolescentes se guardam para o casamento, mas mantêm outras práticas sexuais. Em contrapartida, existem pessoas que “perdem a virgindade” e, depois de se converterem, se arrependem e evitam a intimidade antes do casamento.

Para o pastor, a juventude cristã precisa repensar a sua atitude em relação ao namoro, ao noivado e ao casamento, não segundo a ótica do mundo que está sem Deus, mas dentro de uma visão bíblica equilibrada. “O tempo todo a televisão, o rádio, os jornais, as revistas, as músicas, as novelas e os filmes veiculam campanhas de incentivo ao sexo com o uso da camisinha. O importante não é ter relação sexual antes do casamento, mas sim a falta do preservativo. Com isso, os jovens estão absorvendo esta visão não cristã da sexualidade. É necessário influenciar mais e ser menos influenciado”, comenta Bifano.

As conseqüências do “ficar”A proposta do “ficar”é levar esta geração a experimentar um pouco do outro de uma forma leviana. Além de gerar traumas, frustrações, decepções e até uma gravidez precoce. Segundo Gilson, os pais têm uma parcela de culpa nisso, já que muitos não orientam seus filhos. A questão da informação não é só da igreja, nem da escola. O que tem acontecido hoje é que a família tem transferido sua responsabilidade, e o resultado disso é uma vida sexual fora dos parâmetros bíblicos.

Esta tarefa tem que começar em primeiro lugar na família. E os pais devem estar capacitados para que haja um diálogo franco, contínuo e sem tabus. “Três coisas não são faladas muito em família: morte, dinheiro e sexo. Estes assuntos devem ser tratados no lar, de maneira natural, não apenas em forma de sermões, mas em uma conversa natural com os filhos desde cedo, sempre respeitando, é claro, as faixas etárias”, alerta Gilson.

O Namoro CristãoGilson Bifano acredita que existem princípios para o namoro cristão. E um deles é justamente o não “ficar”. Um relacionamento segundo a visão cristã é um período de conhecimento mútuo, de aprofundamento da amizade. “A intimidade física não é compatível neste período. Ela só deve acontecer, segundo a Palavra de Deus, no contexto do casamento”, enfatiza Gilson.

“O texto de Gênesis 2.24 diz: ‘Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-à à sua mulher, e serão ambos uma só carne’. Neste trecho existe uma seqüência. Quando se tem esta experiência de ser uma só carne, antes de se casar, há quebra de princípio bíblico. E isso pode, e tem trazido, muitos problemas”, relata o pastor.

A Igreja e seu papel

Na opinião dele, os pastores precisam falar mais sobre este assunto, sem condenação. “A igreja tem que parar de apenas dizer que é proibido, mas também educar. Dar condições aos jovens para que eles não façam o que é condenado pela Palavra de Deus. É necessário um trabalho de conscientização em que a juventude seja esclarecida das conseqüências que advêm da quebra dos preceitos bíblicos. Isso pode ser feito através de palestras, congressos etc.”, adverte.

Para os jovens cristãos que estão na moda do “ficar”, o pastor dá alguns conselhos: 1- Repense no que Deus tem para sua vida.

2- Se está se relacionando indevidamente com alguém, deve reconhecer que esta não é a vontade de Deus e parar com tal atitude.

3- Deus perdoa nossos pecados. Ele morreu na cruz para perdoar os erros da humanidade. E, com certeza, a partir deste reconhecimento, Deus vai honrar e abençoar os seus caminhos.

Leitura recomendada: Namoro é +, Sexo é -, da Dra. Elaine Cruz.

Fonte: http://www.elnet.com.br/canais_interna.php?materia=5640

fonte: http://www.crentes.net/artigo/namorar-ficar-paquerar-cuidado-com-as-ciladas-do-diabo.php?rss

A união conjugal

A união conjugal pode ser comparada a dois “porcos espinhos” no Alasca. Com a chegada do inverno, a neve, o frio violento começaram a ficar mais juntinhos. Mas, muito juntos, começavam a se espetar, então se separavam. Mas, ficavam com tanto frio que se juntavam novamente e, para suportar o frio, tiveram de se ajustar um ao outro. Casamento é o mais difícil dos relacionamentos humanos. Exige paciência, perícia, tato e maturidade emocional e espiritual. (Internet).

Assistir bons filmes poderá ampliar a sua visão e deixá-lo antenado sobre o que está acontecendo em sua volta


A HISTÓRIA DE NÓS DOIS

SEPARADOS PELO CASAMENTO

O CASAMENTO DO MEU MELHOR AMIGO

O CAMINHO PARA CASA

AMOR A FLOR DA PELE

JANTAR COM AMIGOS

UM HOMEM DE FAMÍLIA

O CASAMENTO DOS MEUS SONHOS

A FAMÍLIA DA NOIVA

A SOGRA

O FILHINHO DO PAPAI

A FORÇA DO AMOR

RETRATOS DE FAMÍLIA

ALTA FIDELIDADE

AMOR MAIOR QUE A VIDA

KRAMER X KRAMER

DIÁRIO DE UMA PAIXÃO

DO QUE AS MULHERES GOSTAM

SEGUNDO O EVANGELHO

DEIXADOS PARA TRAZ I

DEIXADOS PARA TRAZ II

TERRA DAS SOMBRAS

O AVIADOR

A FELICIDADE NÃO SE COMPRA

CENAS DE UM CASAMENTO

UM CASAMENTO DE ALTO RISCO

AMOR MAIOR QUE A VIDA

O ÚLTIMO ADEUS

TEMPO DE RECOMEÇAR

CHEGADAS E PARTIDAS

CASAMENTO GREGO

ACONTECE NAS MELHORES FAMÍLIAS

FESTA DE FAMÍLIA

QUANDO UM HOMEM AMA UMA MULHER

MINHA FAMÍLIA

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE

FILADÉLFIA

INDOCHINA

O FILHO DA NOIVA

VOLTANDO A VIVER

INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER

NUNCA TE VI SEMPRE TE AMEI

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