Arquivos

Archive for outubro \29\UTC 2010

Carta a um solteiro (frustrado)

Bello in Textos, Traduções

Owen Strachan
Caro solteiro (frustrado),

Olá. Bem-vindo a essa página particular. Tenho alguns pensamentos que preciso lhe contar. Tenho notado seu apuro, e quero lhe ajudar.

Nessa “peça”, quero fazer o papel do irmão mais velho para o mais novo (ou do melhor amigo para o amigo). A graça vinda de um irmão é fácil de esquecer, não é? Lembre quando seu irmão mais velho ou primo (ou amigo mais próximo) te chamou de canto após seu pai (ou uma figura autoritária) te acalmar e ter dito, “Ei, cara, tudo bem. Faça o que o Pai diz. E você ficará bem. Ajudarei você se precisar.” Então ele te deu um tapa nas costas e disse pra você ir brincar lá fora. Lembra da sensação? Foi poderosa. Foi restauradora. Colocou as coisas em perspectiva, te ajudou a ver que você ia ficar bem. Isso é o que eu espero fazer aqui. Não quero repetir o que o “Pai” diz – só estou chegando ao seu lado. Você vai entender o que eu digo em um minuto.

Problema do HomemOs homens atualmente estão em apuros. Muitos precisam de um grande desafio.

Muitos comentaristas evangélicos e, particularmente, “novos Calvinistas” estão notando problemas endêmicos da masculinidade moderna – Al Mohler, Mark Driscoll, Darrin Patrick e Rick Phillips, para citar alguns. Isso não poderia ser mais bem-vindo. Atualmente, os rapazes têm aprendido por inúmeras fontes e meios de comunicação que eles são idiotas, ignóbeis e inferiores às mulheres. Eles ficam com garotas, fogem da responsabilidade, só levam na brincadeira as coisas sérias, e geralmente negligenciam grandes oportunidades que surgem. As estatísticas relacionadas com as universidades, o casamento e a respeito da entrada e avanço no mercado de trabalho, oferecem testemunho ilimitado dessa realidade. Uma geração criada pela Maxim [N.T. – revista masculina com conteúdo sensual] vê as mulheres como conquistas e crianças como uma inconveniência. Uma geração devotada a Jackass [N.T. – programa de TV em que pessoas realizam vários atos insanos] encarna isso. Uma geração obcecada por fantasy football [N.T. – jogo “fantasioso” de futebol em que o jogador imagina ter um time irreal com jogadores reais, competindo entre si] se entrega a um mundo de fantasia, onde jogos e jogadores substituem liderança e busca real. Os homens estão em apuros, homens cristãos estão sendo vítima de muitas dessas pequenas coisas.

Então, deixemos tocar a buzina. Desafiemos garotos e homens a seguirem um caminho diferente. Modelando-os ao que devam ser. Mostremos a eles como viver por Cristo, e servir a família, a igreja e a sociedade. Em todos os aspectos.

Mas há um perigo em nossa situação atual. Correndo atrás da faixa de garotos e homens como um gracioso, porém destemido, sargento, podemos ignorar os bem-intencionados. Alguns caras ouviram o chamado; eles leram livros; eles foram às conferências. Eles realmente querem ser maridos, pais e líderes da igreja. Eles estão progredindo em todas essas áreas para atingir a maturidade. Em alguns casos, eles não foram bem treinados pelos pais; em alguns, eles nem tiveram pais. Qualquer que seja seu pano de fundo, eles ouviram o chamado e querem respondê-lo. Apesar do pouco ou pobre treinamento, eles estão empenhados em fazer de um jeito melhor. Eles querem se levantar, amar muito uma mulher, educar os filhos a conhecer o Senhor, e juntar-se a outros homens assumindo sob suas costas o trabalho do ministério. Eles se inscreveram, eles possuem o crachá, e eles estão ansiosos para começar.

Isto não é um abraço em grupoIsto não vai se transformar em algum tipo de chamada pseudo-psicológica para uma ternura pródiga e cuidado com o coração frágil. A vida é dura. É através da dificuldade que Deus faz crescer seu povo. Ser um jovem nunca foi fácil, e isso realmente não deveria ser fácil. A barra deve ser bastante elevada para que os jovens tenham que pular para alcançá-la. As coisas devem ser dessa forma não porque é divertido ser mau, mas porque atingir a maturidade, e, especialmente, a maturidade Cristocêntrica, é difícil. Manter-se fiel a uma mulher, prover para a família, esquecer a fadiga para cuidar da família e conduzi-la bem – estas são coisas difíceis. Elas pedem por preparação dura, para que – como na guerra – você não pense que as coisas serão fáceis

Mas nós precisamos lembrar que ser solteiro pode ser extraordinariamente difícil. Parece fácil em análise do ponto de vista de quem é casado. É engraçado como esquecemos o medo abjeto que vem com o risco de chamar uma garota para sair. É engraçado como esquecemos a sensação de “soco no estômago” quando ela diz não. Engraçado como esquecemos a luta com sentimentos de inadequação, desesperança e ansiedade. Tal como acontecem com todas as provações terrenas, essas lutas requerem a graça de Deus, o conselho e a bondade dos amigos, bem como a aceitação e o incentivo da igreja.

Não estou pedindo um movimento cristão, como um torque, em que qualificamos infinitamente nossos desafios, repreensões e chamadas proféticas. Também não estou sugerindo que os líderes cristãos anunciem que a maturidade masculina perdeu algo. Se você escutou ou leu a respeito dessas figuras citadas, você frequentemente encontrará ajuda e explicações sobre esse tema. Não tenho nenhuma desavença com esses homens. Tenho me beneficiado grandemente do seu ensinamento bíblico e considero isso pessoalmente fundamental. Eu acho que é desesperadamente necessário, mais até sobre o que estou escrevendo aqui. Mas com tudo dito, nós todos precisamos de encorajamento e esperança. Negar isso aos homens – especialmente aos solteiros frustrados que procuram coisas boas – seria cruel.

O que fazerAs mulheres precisam da mesma marca de conforto do que os homens. Isso não é exclusividade. Muitas jovens fazem seu caminho através da solteirice em silêncio e solidão. Mesmo chamando as jovens para a feminilidade bíblica e seus privilégios e responsabilidades, nós precisamos deixar claro que os cristãos solteiros são cidadãos do reino de pleno direito. Muitos de nós conhecemos jovens mulheres que almejam ser nada mais do que esposas e mães, mas que não tem, por qualquer razão, visto Deus fazer acontecer. A doutrina da providência é a resposta e o conforto nessas situações.

Tenho focado, porém, nos homens. Muito do tipo de encorajamento que sugeri como necessidade precisa chegar ao contexto da igreja local, e em particular através dos homens mais velhos e experientes, e alcançar os homens mais jovens. Existe uma carência desse tipo de atividade em muitas igrejas, e precisamos de uma recuperação de orientação e discipulado. O livro de Tito é pequeno, mas potente nesse ponto tanto para homens quanto para mulheres. Muito desse tipo de envolvimento relacional significa ajudar os jovens frustrados a pensar seriamente sobre a melhor forma de elaborar estratégias para a liderança. Em alguns casos, pode significar questionar – Como você está apresentando a si mesmo? Você pode crescer em habilidades de conversação? Por que rapazes que perguntam a garotas se elas consideram o casamento no primeiro encontro merecem um shoulder-punch [N.T. – golpe de artes marciais em que o oponente lhe atinge com o ombro em uma situação de surpresa]. Em outros, pode simplesmente significar os encorajar, lembrando-os da verdade bíblica, e escutar – sem questionar, mas escutar. Tudo isso ajudará o jovem a perceber que, embora a chamada audaz para a Maturidade Masculina seja absolutamente necessária, ela não deve ser entendida como uma condenação.

Em todas essas coisas, nós precisamos de uma ênfase na confiança em Deus, o Salvador e Pastor do seu povo. Isso é básico, mas essencial. Deus enviou seu Filho para a terra com a finalidade de salvar nossas almas perdidas. Essa é a nossa maior alegria. Toda pessoa, solteira ou casada, tem a oportunidade de participar no trabalho de promoção do evangelho, viver doxológicamente (em prece ou cântico cujo fim é glorificar a Deus) de tal forma que Deus é apresentado – em toda e qualquer época da vida – para que viver seja eminentemente mais valoroso do que sexo, dinheiro, status, sucesso, ou mesmo a família natural. O conforto com que esse Deus, esmagadoramente bom e gracioso, dirige todo e cada aspecto das nossas vidas, cada momento que passa, não é mera referência teológica, mas uma realidade bíblica de grandes conseqüências pessoais.

***************************************

Então, esse é meu caso, irmão solteiro. Se você puder imaginar isso, considere-me seu irmão e amigo. Não se preocupe acerca de todos esses conselhos. Aonde quer que você se ache, com qualquer esperança que você carregar, faça tudo que puder para atender ao chamado bíblico da maturidade masculina. Rejeite a cultura e as tentações. Imite seu Salvador. Procure por homens de Deus para lhe discipular. Se você perceber que não foi chamado para a solteirice (e alguns definitivamente são), considere o risco da rejeição. Continue empurrando o medo do passado. Continue servindo sua igreja fielmente. Ore de maneira forte. Despeje seus desejos ao Senhor. Confie n’Ele como tem feito. Nunca pare de confiar n’Ele.

A masculinidade é difícil; continue pressionando e tendo domínio – espiritual, físico, emocional – da sua vida e do seu mundo. Deus amou você; você ama Deus. Eu não sei o que Deus tem para você, mas eu sei que porque Ele é grande, e bom, e gracioso, você estará bem.

Chega de conversa. Você está pronto para ir lá fora?

Seu irmão, Owen.

Tradução: Dennis Nery| Revisão: Rafael Bello| iprodigo.com| original aqui

Fonte: iprodigo.com

Guerra de evangélicos por votos é destaque em mídia inglesa

MÍDIA

BBC

A BBC, principal grupo de comunicação da Inglaterra destacou em seu site hoje para a “guerra” travada pelos votos e apoio dos evangélicos.

A repórter Julia Dias Carneiro assina dois artigos sobre o tema. No primeiro, Eleição mobiliza pastores e divide fiéis após cultos no Rio, a repórter entrevista estudiosos do assunto. Selecionamos alguns trechos a seguir.

Para o sociólogo Paul Freston, que estuda o papel dos evangélicos na política desde os anos 1980, não existe um voto evangélico coeso. Uma coisa, diz ele, é o discurso de líderes evangélicos. Outra é examinar a maneira de o evangélico comum votar.

“Não é um voto de cabresto. Mesmo quando o pastor é candidato e toda a igreja é mobilizada para votar nele, há casos de derrota fragorosa. Os membros parecem estar obedientes, mas não estão. Estamos falando de pessoas que são cidadãos comuns, têm sua inserção na sociedade. Elas levam em consideração fatores pessoais, profissionais, de família, de classes”, enumera Freston, professor da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, e da Balsillie School of International Affairs, no Canadá.

Na opinião do sociólogo Alexandre Brasil Fonseca, se há coesão, ela vem não do fato de serem eleitores evangélicos, mas sim dos outros elementos que definem a identidade dos grupos – como origem social e capital cultural. “O espectro evangélico é amplo e inclui diversas tendências e opiniões”, diz Fonseca, diretor do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (Nutes), da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “O fato de os fiéis estarem numa igreja e falarem ‘amém’ para um pastor não deve ser visto como uma adesão integral.”

De acordo com levantamento do cientista político Antonio Lavareda, o segmento evangélico representa 25% do eleitorado brasileiro – cerca de 34 milhões de pessoas. E, na avaliação do pesquisador, a influência dos líderes religiosos sobre os fiéis é maior no caso dos evangélicos. “Pesquisas têm apontado que o contingente evangélico tem maior capacidade de ser influenciado pelos seus bispos e pastores do que o contingente dos católicos. Temos 62% do eleitorado se dizendo católico, mas padres e bispos da igreja estão longe de terem a influência que os pastores evangélicos têm”, compara o cientista político, que é especialista no estudo de processos eleitorais e foi consultor de comunicação nas candidaturas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso.

Lavareda diz que a sociedade brasileira é eminentemente religiosa e que o circuito das igrejas sempre foi um instrumento fundamental nas agendas de campanhas. “Todos os candidatos precisam interagir com as igrejas, frequentar os templos, ser apresentados por padres e pastores aos eleitores. É um ingrediente típico na disputa”, afirma.

Na disputa presidencial deste ano, a aproximação com lideranças evangélicas foi uma das apostas das campanhas de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que procuraram participar de missas e cultos e tentaram se identificar como políticos que valorizam a fé. Ambas as campanhas contam com uma coordenadoria evangélica para dialogar com pastores e buscar apoio em diferentes igrejas. E temas como o aborto e o casamento homossexual se tornaram pontos sensíveis da campanha, com o segundo turno marcado por cobranças por um posicionamento claro sobre esses assuntos.

Na avaliação do diretor do Nutes, o posicionamento em relação a temas sensíveis pode ser decisivo para parte dos evangélicos. “Para este eleitorado, a questão moral tem significativo peso e centralidade na definição do voto.”

Já Paul Freston diz que, no Brasil, os eleitores não costumavam decidir o voto com base em uma única questão, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos – onde é comum o chamado “single issue vote” (voto baseado em uma questão central). “No Brasil, historicamente, os evangélicos não votam assim, outras questões têm uma importância maior. Ainda é cedo para afirmar, mas isso pode estar mudando”, avalia o sociólogo.

“Influenciar uma disputa presidencial é mais difícil”, diz Freston. “Afinal, apesar de serem um grupo grande, os evangélicos são uma minoria. Neste ano, tivemos o caso da Marina Silva, a evangélica que chegou mais perto da Presidência até hoje, com quase 20% dos votos”, acrescenta o sociólogo. “O fato de ela ser evangélica teve impacto neste resultado. E ela foi discreta, não fez o mesmo uso eleitoral da identidade evangélica que o Garotinho fez em 2002.”

Os sinais de influência do voto evangélico em uma disputa presidencial já haviam aparecido em 2002, quando boa parte da votação para a candidatura do ex-governador do Rio Anthony Garotinho (na época, do PSB, e hoje no PR) foi atribuída ao apoio de fiéis evangélicos.

Segundo o cientista político Antonio Lavareda, uma pesquisa realizada dias antes do primeiro turno em 2002 indicou que o resultado do pleito poderia ter sido outro se os evangélicos fossem a maioria. “Garotinho tinha 42% da intenção de votos no segmento, o que o colocaria 15 pontos à frente de Lula, que tinha 27% dos votos do grupo”, cita o pesquisador.

Na segunda matéria, Eleição acirra debate sobre impacto do voto evangélico, ela faz outra abordagem , relatando sua visitas a igrejas e ouvindo pastores e féis;

A corrida pelo voto evangélico nas eleições deste ano mobilizou pastores de igrejas por todo o Brasil, mas fiéis que frequentam cultos no Rio de Janeiro dizem nem sempre seguir a orientação de seus líderes religiosos na hora de votar, embora admitam que temas sensíveis à religião influenciem a decisão.

Na Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADud), no município de São João de Meriti, o pastor Marcos Pereira entrou na campanha de Dilma Rousseff (PT) após apoiar Marina Silva (PV) no primeiro turno. “É lógico que, antes, eu preferi apoiar a Marina, porque ela é evangélica”, afirma Pereira. “Com isso, acho que agregamos pelo menos uns 80% dos votos da comunidade para ela. Agora, com a Dilma, creio que através da nossa pessoa ela consiga uns 3 milhões de votos. Vai balançar”, aposta o pastor, que é conhecido por seu trabalho com presidiários e se autointitula “o pastor que cuida de mendigo, encarcerado, drogado, crackudo”. A popularidade rendeu ao cantor Waguinho, ex-pagodeiro e parceiro de Pereira no trabalho social, mais de 1,3 milhão de votos na corrida para o Senado.

Já na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no bairro da Penha, o pastor Silas Malafaia se declara pró-José Serra (PSDB) desde o início da disputa.Ele declara seu apoio a Serra não apenas aos fiéis que frequentam a sua igreja – no último domingo, eram mais de 2,5 mil pessoas reunidas em canto vigoroso – como também a seus seguidores no Twitter, aos telespectadores do programa Vitória em Cristo (transmitido por três emissoras de televisão) e a quem assiste a seus vídeos no YouTube. Em um deles, Malafaia comenta a postura de cada candidato em relação ao aborto e ao projeto de lei criticado pelos evangélicos por buscar criminalizar o preconceito contra homossexuais, entre outras minorias.

“Oriento os fiéis a avaliarem a proposta de cada candidato, no que ele acredita, com que está comprometido, o que quer para o Brasil. E repito sempre: ‘você é livre para votar em quem quiser, o pastor não é dono do seu voto. Não vai ter anjo na urna fiscalizando’”, diz Malafaia, que conta ter dedicado 30 de seus programas à conscientização sobre a importância de exercer a cidadania nas eleições.

Os temas do aborto e do casamento gay são citados por muitos fiéis como decisivos para suas escolhas.

Na igreja de Marcos Pereira, o motorista André Vidal, de 35 anos, conta que acabou de cumprir oito anos de prisão, se converteu evangélico há um mês e também mudou seu voto para Serra. Vidal diz que desistiu de votar na candidata do PT porque, em suas palavras, “no começo das eleições, ela estava querendo apoiar o aborto e o casamento de mesmo sexo”.

Apesar de o posicionamento político dos pastores ser conhecido, nem todos os fiéis seguem o mesmo caminho na hora de votar.

A manicure Mônica Lima dos Santos, de 43 anos, ainda não definiu seu voto, mas diz que “na hora, com certeza, a consciência vai pelos projetos, não tem nada a ver com religião”. “Religião é uma coisa, política é outra”, completa.

Na igreja de Malafaia, também há indecisos entre os fiéis. O mecânico Josuel José, de 43 anos, diz que só vai decidir na hora do voto. “Aqui as pessoas são livres para votar. Claro que procuram ter informações no meio para decidir, porque há confiança entre os fiéis. O pastor Silas conhece muita gente importante e dá um norte para a gente se orientar”, afirma.

Mesmo sem saber em quem vai votar, a desempregada Jacqueline Hollanda, 42 anos, afirma que a consciência política entre os evangélicos aumentou durante a campanha. “Antes, diziam que era pecado se envolver com política. Hoje, sabemos que é importante formar opinião como cidadãos e temos consciência de que podemos mudar a história da política”, afirma a fiel da igreja de Malafaia.

Fonte: Pavablog

Direto da floresta amazônica, o apóstolo e patriarca Renê Terra Nova fez um vídeo promocional para o candidato Serra. Destaco a sua fala inicial- Propostas de Serra para Região Norte.

Direto da floresta amazônica, o apóstolo e patriarca Renê Terra Nova fez um vídeo promocional para o candidato Serra. Destaco a sua fala inicial:

Queria dirigir a palavra pra você sobre algumas coisas que você precisa abrir o seu entendimento como o meu entendimento também foi alcançado. Talvez eu possa lhe ajudar e talvez você possa me ajudar. Existem coisas da minha vida que eu tenho que você não tem. E tem coisas na sua vida que você tem e que eu não tenho, que podemos compartilhar um com o outro.
O líder religioso também aproveita para dar uma aula sobre a silvinita. Se você ainda não sabe o que é a silvinita, não perca tempo:

Dilma sofre da satanização, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um comício nesta terça-feira, 26, em Curitiba, no Paraná, sem a presença da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). No evento, ele criticou a atual da campanha do adversário José Serra (PSDB), e disse que Dilma está sendo vítima “das mesmas cretinices” que ele passou nas eleições que disputou.

“A impressão que eu tenho (nesta campanha) era que era eu que estava sendo atacado. Em 89, os mesmos diziam sobra mim: ‘Não vota no Lula, o partido dele tem bandeira vermelha. (…). Não vota no Lula porque ele tem barba. Não vota no Lula porque ele é comunista, (…) porque ele vai fechar a Igreja Católica, vai fechar as igrejas evangélicas’. As mesmas cretinices eles falaram da Dilma Rousseff agora”, disse o presidente, durante comício realizado na Cidade Industrial, zona Sul da capital paranaense.O presidente disse que a candidata não pode participar do evento porque tinha compromissos no Nordeste. Em defesa a Dilma, Lula disse que a candidata é o “tipo de pessoa para quem se pode se dar um cheque em branco”.

Durante o evento, Lula recebeu uma homenagem de trabalhadores locais e de crianças que subiram no palco com balões vermelhos em formato de estrela. Lula chorou ao ouvir o jingle ‘Lula Lá’, usado em suas campanhas eleitorais. O público cantou parabéns ao presidente, que comemora 65 anos nesta quarta-feira (27).

Lula pediu que os militantes não respondam a provocações, e criticou a postura do candidato adversário, José erra (PSDB). “Não vamos aceitar desaforos, que joguem bolinha de papel na gente. Vocês viram quanta provocação contra mim, mas eu ia para casa e chorava minhas derrotas. Não fazia como esse cara [Serra], que não respeita campanha política” disse

Fonte: Último Segundo

Halloween – por Davi de Sousa

Fonte: www.orvalho.com.br
A comemoração do Dia das Bruxas tem se tornado mais popular a cada ano nas escolas brasileiras. Sua celebração, porém, tem um conteúdo espiritual que é desaprovado pela Palavra de Deus. A palavra Halloween tem sua origem na contração feita de maneira errada da expressão “All Hallows Eve”, que significa: “Dia de todos os santos” e que corresponde ao dia 10 de novembro, em que no catolicismo é reverenciado os santos mortos.

A celebração anual do Halloween ou “Dia das Bruxas” tem se tornado muito comum em alguns países e também, nos últimos anos, no Brasil, principalmente através da rede de escolas públicas e privadas do nosso país. Mas, afinal, que celebração é essa? Qual a sua origem? Trata-se apenas de uma festa ingênua ou contém uma influência espiritual em sua essência? Qual deve ser a posição dos cristãos quanto a essa celebração?

ORIGEM

Superstições e influências de várias culturas uniram-se, através dos séculos, criando o Halloween – “Dia das Bruxas”, comemorado no dia 31 de outubro. A festividade do Halloween tem suas raízes nos festivais de outono dos celtas (povo do hemisfério norte). Os celtas viveram há centenas de anos onde hoje é a Grã Bretanha e o norte da França. Eram idólatras animistas, pois adoravam a natureza e tinham o deus sol como divindade favorita. Seus sacerdotes eram chamados de druidas, influentes “guias espirituais” e dados a magia e feitiçaria.

Os celtas criam que o ano novo deveria ser comemorado na última noite de outubro, pois acreditavam que o véu entre o nosso mundo e o mundo dos mortos se tornava mais frágil, sendo essa noite a ideal para se comunicar com os que já morreram. Acreditavam também que os espíritos dos mortos voltavam ao antigo lar procurando algum contato com entes queridos. Se os vivos não providenciassem alimentos para esses espíritos, coisas terríveis poderiam lhes acontecer. E pior: se não lhes fosse oferecida uma festa nessa data, atormentariam os vivos. Seria uma noite de medo. Os aldeões, amedrontados, acendiam fogueiras para honrar o deus sol, sacrificando-lhes animais e oferecendo-lhes parte das colheitas porque temiam que os espíritos matassem seus rebanhos e destruíssem suas propriedades. A fim de “enganar os espíritos”, eles passaram a se vestir com roupas negras e com máscaras, saindo em desfiles barulhentos pelas ruas, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de “assustar e amedrontar os espíritos que estavam à procura de corpos para possuí-los”. Ofertavam, então, seus sacrifícios em altares adornados com maçã, simbolizando a vida eterna. O vinho era substituído pela cidra, ou suco da maçã – tudo isso misturado com muita música e dança.

Nesta mesma época do ano, os povos latinos e em especial os romanos comemoravam, o festival de “Pomona”, deusa das frutas e dos jardins. Era uma ocasião de festa e alegria, pois estava relacionada com as colheitas. A maçã e as nozes eram ofertadas aos deuses romanos em grandes fogueiras como um gesto de agradecimento por causa da boa colheita do ano anterior. Essa celebração tinha também seu aspecto místico, com espíritos e bruxas presentes rondando as festividades.

A PRESENÇA DAS BRUXAS

Bruxas e feiticeiras sempre foram vistas como adoradoras de demônios e detentoras de poderes mágicos e ocultos. Na Idade Média eram consideradas perigosas, pois se agrupavam em comunidades anticristãs. Elas se apresentavam com chapéus pontudos, duendes, poções mágicas, corvos, sapos e vassouras voadoras. Eram conhecidas pela capacidade de manipular poderes sobrenaturais, provocando horríveis tempestades e causando mal às pessoas.

No século XV, XVI e XVII houve uma grande perseguição às pessoas envolvidas com bruxaria por parte da Igreja Católica Romana, levando à morte milhares. Embora inicialmente a Igreja Católica condenasse os festivais como o de “Pomona”, não foi capaz de reprimi-lo por completo e, então, acabou por incorporá-lo ao calendário cristão. O grande festival celta em homenagem aos mortos, “Samhain”, foi adotado como o “dia de todos os santos” em 1o. de novembro, passando a ser celebrado em homenagem a todos os “santos e santas” que já haviam morrido.

É importante notarmos a postura que a Igreja Católica assumiu, pois aquilo que era tão proibido e motivo até de perseguição passou ser cultuado a ponto de tornar-se o famoso feriado de “finados”, dia consagrado a cultuar os mortos.

A CELEBRAÇÃO HOJE

Atualmente, um dos maiores divulgadores do Halloween tem sido o sistema de escolas públicas na América do Norte e Europa, patrocinando as atividades dessa festa através de concursos de fantasias, danças, carnavais, exposições de arte e artesanatos. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Halloween é celebrado como um dia de festa, assombrações, truques e magias.

O Halloween é também o dia em que as crianças saem às ruas para praticar o “trick-or-treting” (travessuras-ou-gostosuras: dê-nos coisas gostosas ou faremos travessuras). Esse costume surgiu no século IX na Europa, onde no dia 2 de novembro era celebrado o “Dia de todas as almas” ou o “Dia dos mortos”. Nessa data os cristãos andavam de vila em vila para ganharem tortas de pão e groselha. Quanto mais tortas recebiam, mais orações eles prometiam fazer em memória dos parentes mortos daqueles que doavam as tortas. Naquela época acreditavam que os mortos ficavam num “limbo” por um período de tempo após a morte e que através das orações, mesmo de estranhos, aconteceria a passagem do limbo para o céu.

AS LANTERNAS DE JACK

Muitos agricultores apóiam o Halloween, uma vez que a abóbora é acessório indispensável, especialmente nos Estados Unidos, para a confecção das “lanternas de Jack”. Trata-se de uma abóbora sem miolo em forma de caveira com uma vela acesa dentro, que tem o objetivo de “expulsar os maus espíritos e os duendes que vagueiam pelas noites”. Esse costume tem origem no folclore irlandês. Segundo a lenda, um homem chamado Jack, notório beberrão e trapaceiro, certa ocasião esculpiu a imagem de uma cruz no tronco de uma árvore e a acendeu com fogo como uma armadilha para prender o diabo que estava na mesma. Mas Jack acabou fazendo uma acordo com o diabo: se o demônio nunca o atormentasse, Jack apagaria a cruz e o deixaria descer da árvore. Conforme o acordo, depois que Jack morreu, sua entrada no céu foi negada por causa do seu trato com o diabo. Também lhe foi negada a sua entrada no inferno por ter enganado o diabo. Foi então que o demônio ofereceu-lhe uma vela para iluminar seu caminho através da fria escuridão. Jack colocou a vela dentro de um grande nabo a fim de mantê-la acesa por mais tempo, esculpido até ficar oco para dar passagem à claridade. Originalmente os irlandeses usavam nabos para fazerem suas lanternas de Jack, porém quando os imigrantes chegaram aos Estados Unidos, eles começaram a usar as abóboras, muito mais adequadas, que passaram a ser o símbolo mais marcante do evento.

O QUE DIZ A BÍBLIA

O envolvimento das pessoas de todas as classes sociais com toda sorte de “ocultismo camuflado” está mais intenso em nossa época do que em qualquer outra. A quiromancia (predição do futuro pela leitura das mãos), a astrologia (predição do futuro pela influência dos astros), a cartomancia (predição do futuro através da manipulação de cartas) e a necromancia (predição do futuro pela invocação dos mortos) têm se tornado moda e parte integrante de nossa cultura. Os meios de comunicação constantemente têm enaltecido os videntes, magos, fadas, gnomos, duendes ou os cristais, que insistem em prometer fazer aquilo que cabe só a Deus: prever o futuro.

Com essa grande variedade de práticas ocultistas, consolida-se o irresistível gosto popular pelo Halloween, tanto divulgado atualmente nas escolas brasileiras. Aqui em nosso país, assim como em todo o mundo, nem mesmo as crianças são poupadas do ocultismo. O mais novo best-seller da literatura infantil, por exemplo, é uma série que tem um “bruxinho” chamado Harry Potter como protagonista. Os volumes da coleção ocupam sempre a primeira posição em vendas do mundo na categoria infantil.

A celebração do Halloween deve ser, portanto, reprovada pelos cristãos, pois está intimamente associada à necromancia (tentativa de comunicação com os mortos), crença espírita de que o morto é um mensageiro e deseja trazer algum recado celestial, um ensinamento ou um aviso. A pessoa que até mesmo por brincadeira se entrega a estes contatos, deve conscientizar-se de que essas manifestações não são provenientes de espíritos de mortos, pois quem morreu não está à disposição de evocações, conforme lemos:

“…aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo” ( Hebreus 9.27 )

Sem percebermos, nossos filhos têm sido envolvidos por um emaranhado de informações enganosas e diabólicas, que têm se apresentado apenas como uma “brincadeira inocente”. Aliás, não é de se estranhar, pois a palavra de Deus declara que “Satanás se apresenta como um Anjo de Luz” (2 Co 11.14,15).

A Palavra de Deus declara o seguinte sobre tais práticas:

“Quando, pois, vos disserem: consultai os que têm espíritos familiares e aos adivinhos, que chilreiam e murmuram: Porventura não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos consultar-se-á os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” (Isaías 8.19,20)

“Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, a não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios. Ou irritaremos ao Senhor? Somos nós mais fortes do que Ele? Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam” (1 Coríntios 10.20-23)

Vivemos dias em que há uma forte tendência, mesmo dentro da Igreja, de aceitar os valores e práticas do mundo como algo absolutamente normal. Precisamos entender que há uma intensa guerra espiritual sendo travada, na qual o nosso inimigo tem se utilizado de artifícios extremamente sutis a fim de enganar o povo que se chama pelo nome do Senhor.

A Palavra de Deus declara que nos últimos tempos a iniqüidade se multiplicaria, e que se tornaria mais patente a diferença entre aqueles que caminham com Deus e aqueles que não o fazem. É exatamente por isso que o apóstolo Paulo nos exorta:

“…Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras e Eu vos receberei, serei vosso Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”. (2 Coríntios 6.17 e 18)

Muitos têm dificuldade em se posicionar e agem como se tudo estivesse no campo do “relativo”. Porém a Bíblia é clara ao nos advertir sobre as coisas que são abomináveis ao Senhor. O próprio Deus exige da Sua Igreja um posicionamento sério,para que o mundo saiba quem nós somos:

“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal; que fazem da escuridão luz e da luz escuridão; põem o amargo por doce e o doce por amargo” (Isaías 5.20)

“Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim porque és morno e nem és frio nem quente, estou a ponto de vomitar-te da minha boca” (Apocalipse 3.15,16)

Que o Senhor nos faça entender que “refletir Sua glória nesta terra exige um alto preço!” É importante que nos posicionemos juntamente com nossos filhos e os levemos a entender que não se trata apenas de ir contra a alguns valores culturais, mas de assumirmos um posicionamento cristão consciente de não nos moldarmos e nem nos contaminarmos com as iguarias do deus deste século. É somente assim que o mundo nos reconhecerá como uma voz profética nesta terra.

“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as” (Romanos 5.11)

- – – – – – – – – – – – – – – – – – – -

Davi de Sousa é pastor da Comunidade Nova Aliança em Londrina/PR desde 1998 e um dos integrantes da Equipe Apostólica do MFI-Brasil. É casado com Mônica e tem 3 filhos: Pedro, Ana e André.

O que acabou no seu casamento ?

Durante os festejos de um casamento realizado em Caná da Galiléia, Maria, sabendo do constrangimento pelo qual estava passando a família do noivo, se aproximou do Senhor e lhe disse: “O vinho acabou”.

Em algumas situações na família podemos procurar o Senhor e humildemente: e dizer “Acabou o amor pelo meu conjuge”. “Acabou a comunicação “, “Acabou a alegria”, “Acabou a paciência”, “Acabou a esperança”, “Acabaram os recursos”, e assim por diante.

“Acabou o vinho ” E Jesus solucionou um problema que havia no casamento! Não resolverá Ele problemas mais sérios, envolvendo as necessidades físicas, as necessidades emocionais e as necessidades morais? Tenha a ousadia para confessar: “Acabou o vinho”!

Fonte : Micaff – Sidnei Martins

E-book Júlio Severo

Pastor Silas Malafaia faz campanha para Serra em Alagoas

Após fazer campanha para o candidato José Serra (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, declarou apoio ao governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), que disputa a reeleição.

Malafaia gravou mensagem de apoio a Teotonio, que foi veiculada na propaganda eleitoral do tucano hoje à noite.

“Teotonio Vilela foi o primeiro governador a destinar recursos para casas de recuperação de dependentes químicos”, disse o pastor na propaganda. “É um homem com princípios cristãos”. O apoio é importante para atrair o eleitorado evangélico do Estado.

O pastor criticou também os políticos inimigos que se juntam nas eleições para obter o poder, em uma crítica indireta ao candidato Ronaldo Lessa (PDT), adversário de Teotonio, que recebeu o apoio do senador Fernando Collor (PTB), derrotado no primeiro turno.

Malafaia, que apresenta programas evangélicos na TV, é um crítico da petista Dilma Rousseff.

Fonte: Folha / Gospel Prime

RIR : O Moço que queria uma namorada

Certo irmão, muito ansioso, estava à procura de uma namorada. Já havia orado muito e nada de resposta. Então chegou no pastor e pediu:
- Pastor, ora por mim, eu preciso de uma namorada.
O pastor, com imposição de mão, orou:
- Senhor Todo Poderoso, concede a Vitória para teu filho….
Antes que o pastor terminasse a oração o irmão interrompe e diz:
- Oh, pastor, a Vitória não! Ela é muito feia!

Exemplo de Abigail

Quando Nabal estava sóbrio, Abigail contou tudo da vingança de Davi, até sua oferta que deu a Davi.
Ela demonstrou uma tremenda coragem em não esconder o que ela tinha feito, mas ela estava certa.
Ela não podia deixar Nabal pensar que ele agiu certo, que ele triunfou sobre Davi.
Ela corajosamente demonstrou o desastre que Nabal quase provocou. Quando uma mulher aceita as ações e atitudes abusivas do marido, sem tentar fazer com que ele entenda que está destruindo a vida dos outros, ela está contribuindo para o mal. Abigail não deixou a grosseria de Nabal destruir sua vida ou seu valor como um ser humano. É importante destacar que Abigail teve a sabedoria de conversar com Nabal quando ele estava sóbrio, calmo.

Se você está casada com um Nabal, olhe o exemplo de Abigail.

Por: Micaff – Sidnei Martins

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 29 other followers